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<title>Notícias, Análises e Dicas para o Mercado Logístico </title>
<link>https://www.webcarga.com.br</link>
<description>Portal especializado em logística, notícias e oportunidades de negócios.</description>
<language>pt-br</language>
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<title>ANTT avança na fiscalização e eleva a centralidade dos seguros no transporte rodoviário</title>
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<description>Desde março de 2026 a checagem automática da contratação e validade dos seguros obrigatórios.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de implementar a verificação automática dos seguros obrigatórios do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) marca um ponto importante para o setor logístico brasileiro. Trata-se de um movimento que vai além da fiscalização em si e sinaliza uma evolução estrutural na forma como risco, conformidade e governança passam a ser tratados no transporte de cargas.</p>
<p>Desde março de 2026, a ANTT iniciou a fase de homologação do sistema integrado ao Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), que permitirá a checagem automática da contratação e validade dos seguros obrigatórios. Até junho, o processo tem caráter orientativo, permitindo testes e ajustes por parte das seguradoras e transportadores. A partir de julho, a integração entra em operação definitiva e entram em vigor efeitos regulatórios.</p>
<p>Esse período de transição é fundamental, pois crua um ambiente de adaptação gradual, reduz incertezas operacionais e permite que o mercado se prepare adequadamente para um novo modelo de fiscalização – mais tecnológico, padronizado e transparente. Ao mesmo tempo, estabelece um critério objetivo para a regularidade dos transportadores, contribuindo para um ambiente de concorrência mais equilibrado.</p>
<p>A base legal desse avanço está na Lei nº 14.599/2023, que consolidou a obrigatoriedade da contratação dos seguros RCTR-C, RC-DC e RC-V no transporte rodoviário de cargas. A atuação coordenada entre ANTT, Susep e o mercado segurador reforça a consistência do modelo e demonstra um alinhamento institucional importante para a efetividade da norma.</p>
<p>Na prática, a exigência automatizada dos seguros fortalece a gestão de riscos do setor como um todo. Ela amplia a proteção de embarcadores, transportadores e terceiros, além de contribuir para a sustentabilidade financeira das operações logísticas. Seguros que por muito tempo estiveram fora do centro das discussões, como o de Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V), passam a ocupar um papel mais relevante na estrutura de conformidade das empresas.</p>
<p>Mais do que cumprir uma obrigação regulatória, este é um momento estratégico para revisão de programas de seguros, avaliação de coberturas e fortalecimento da governança em riscos. Empresas que utilizarem a fase de homologação para se organizar, revisar processos e alinhar suas estruturas estarão mais bem posicionadas para operar em um ambiente regulatório mais exigente e maduro.</p>
<p>A fiscalização automatizada da ANTT representa um avanço natural na modernização do setor de transporte rodoviário de cargas no Brasil e reforça a importância da conformidade como elemento de competitividade e sinaliza um futuro em que tecnologia, regulação e gestão de riscos caminham de forma cada vez mais integrada.</p>]]></content:encoded>
<category>Leis e Normas</category>
<dc:creator>PORTAL WEBCARGA</dc:creator>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:06:00 -0300</pubDate>
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<title>Shopee inaugura centro de distribuição fulfillment em Minas Gerais e reduz prazos de entrega</title>
<link>https://www.webcarga.com.br/noticia/shopee-inaugura-centro-de-distribuicao-fulfillment-em-minas-gerais-e-reduz-prazos-de-entrega</link>
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<description>A unidade em MG é a quinta operação da empresa no modelo fulfillment no país.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A<span> </span><strong>Shopee</strong><span> </span>inaugurou um novo<span> </span><strong>centro de distribuição fulfillment</strong><span> </span>em Minas Gerais, localizado na região metropolitana de Belo Horizonte. A iniciativa amplia a capacidade logística da empresa no país e deve reduzir em cerca de 50% os prazos de entrega para consumidores da região. Além disso, a nova operação prevê a geração de mais de 500 empregos diretos e indiretos, contribuindo para o desenvolvimento econômico local.</p>
<p>A expansão faz parte de um movimento contínuo da companhia para fortalecer sua<span> </span><strong>estrutura logística</strong><span> </span>no Brasil. No último ano, a empresa também ampliou o serviço de entrega até o dia seguinte, que já atende mais de 75 cidades nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Com isso, a estratégia busca aproximar produtos e consumidores, ao mesmo tempo em que melhora a eficiência operacional.</p>
<p>Atualmente, a unidade em Minas Gerais é a quinta operação da empresa no modelo<span> </span><strong>fulfillment</strong><span> </span>no país. Ela se soma às estruturas já existentes nos estados de São Paulo, Pernambuco e Goiás, além de uma rede composta por 14 unidades de cross-docking e mais de 200 hubs logísticos distribuídos pelo território nacional. Esse modelo permite centralizar etapas como armazenagem, separação e envio de pedidos, oferecendo ganhos de escala e maior competitividade aos vendedores.</p>
<p>Segundo Felipe Lima, Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Fulfillment da empresa, “com a expansão da nossa rede, aproximamos produtos e compradores, aceleramos as entregas e fortalecemos um suporte operacional mais confiável para os vendedores.” Nesse sentido, o modelo contribui para simplificar a operação dos lojistas, que passam a contar com maior previsibilidade e eficiência.</p>
<p class="has-medium-font-size"><strong>Posição de destaque</strong></p>
<p>Minas Gerais ocupa posição de destaque na operação da empresa, sendo o segundo estado com maior número de vendedores ativos na plataforma. A nova unidade será multicategoria, atendendo segmentos como moda, beleza e tecnologia, o que amplia o alcance das operações logísticas na região.</p>
<p>Além disso, o estado já conta com 22 hubs logísticos e mais de 400 Agências Shopee, que funcionam como pontos de retirada, coleta e logística reversa. Esses estabelecimentos, por sua vez, também contribuem para a geração de renda local, ao integrar pequenos e médios comerciantes à rede logística.</p>]]></content:encoded>
<category>Mercado Logístico </category>
<dc:creator>PORTAL WEBCARGA</dc:creator>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:03:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Transporte de cargas perigosas</title>
<link>https://www.webcarga.com.br/noticia/transporte-de-cargas-perigosas</link>
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<description>Falhas operacionais aumentam riscos e exigem mais segurança, adverte consultor</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O<span> </span><strong>transporte de cargas perigosas</strong><span> </span>segue como uma atividade crítica para setores estratégicos, como as indústrias química, farmacêutica, energética e automotiva. Embora exista um amplo conjunto de normas nacionais e internacionais, falhas operacionais ainda são recorrentes, elevando o risco de acidentes, prejuízos financeiros e impactos ambientais relevantes.</p>
<p>De acordo com Leonardo Lopes Bezerra, consultor em materiais perigosos e especialista em certificação e conformidade de embalagens, o principal desafio não está na ausência de regulamentação. “O setor é altamente regulamentado, mas ainda enfrenta desafios na aplicação prática dessas exigências no dia a dia das operações”, afirma.</p>
<p class="has-medium-font-size"><strong>Falhas no transporte de cargas perigosas expõem riscos operacionais</strong></p>
<p>Entre os erros mais frequentes está a<span> </span><strong>classificação incorreta dos materiais</strong>, etapa essencial para definir requisitos de transporte, armazenamento e manuseio. Quando realizada de forma inadequada, compromete toda a cadeia logística e aumenta significativamente os riscos.</p>
<p>Outro ponto crítico é o uso de<span> </span><strong>embalagens fora de conformidade</strong>. Produtos perigosos exigem recipientes certificados, capazes de suportar condições adversas e garantir vedação adequada. A utilização de embalagens inadequadas pode resultar em vazamentos, contaminações e acidentes ao longo do trajeto.</p>
<p>Além disso, falhas na<span> </span><strong>rotulagem, sinalização e documentação</strong><span> </span>continuam sendo um problema relevante. Informações incorretas ou incompletas dificultam a identificação da carga, prejudicam a resposta em situações de emergência e podem gerar penalidades, retenções e atrasos operacionais.</p>
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<p>O<span> </span><strong>planejamento logístico</strong><span> </span>também aparece como um fator determinante. A escolha de rotas inadequadas, a ausência de análise de riscos e a falta de planos de contingência estão entre os erros mais críticos, especialmente em operações que envolvem áreas urbanas ou trajetos com maior complexidade.</p>
<p>Outro risco significativo está na<span> </span><strong>incompatibilidade de cargas</strong>. O transporte conjunto de substâncias que podem reagir entre si ainda ocorre, podendo provocar incêndios, explosões ou liberação de gases tóxicos.</p>
<p>Segundo o especialista, a repetição dessas falhas evidencia uma lacuna entre a regulamentação e a prática operacional. “A conformidade não pode ser tratada apenas como uma exigência burocrática. Ela precisa estar incorporada à cultura das empresas, com treinamento contínuo e processos bem estruturados”, destaca.</p>
<p>Com o aumento da demanda por transporte de insumos sensíveis, como as<span> </span><strong>baterias de lítio</strong>, o tema ganha ainda mais relevância. Nesse contexto, investir em capacitação, controle de processos e aderência às normas deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a ser uma medida essencial para garantir a<span> </span><strong>segurança logística</strong>, proteger vidas e reduzir impactos ambientais.</p>]]></content:encoded>
<category>Segurança</category>
<dc:creator>PORTAL WEBCARGA</dc:creator>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:00:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mudanças no CIOT em 2026: Entenda as novas regras da ANTT e quem precisa emitir</title>
<link>https://www.webcarga.com.br/noticia/mudancas-no-ciot-em-2026-entenda-as-novas-regras-da-antt-e-quem-precisa-emitir</link>
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<description>Especialistas detalharam o que muda com a MP nº 1.343/2026 e a Resolução ANTT nº 6.078, quem passa a emitir o documento e quais pontos ainda exigem atenção operacional</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p data-editable-id="10"><span>As mudanças nas regras de emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), trazidas pela </span><a target="_blank" rel="noopener noreferrer" href="https://mundologistica.com.br/noticias/piso-minimo-frete-o-que-mudou-desdobramentos-mp"><span>Medida Provisória nº 1.343/2026</span></a><span> e pela </span><a target="_blank" rel="noopener noreferrer" href="https://mundologistica.com.br/noticias/piso-minimo-frete-antt-novas-resolucoes"><span>Resolução ANTT nº 6.078/2026</span></a><span>, ampliam as situações em que o documento passa a ser exigido e ainda geram dúvidas sobre a operacionalização em parte das operações do transporte rodoviário de cargas.</span></p>
<p><span data-editable-id="11">O tema foi discutido em </span><a target="_blank" rel="noopener noreferrer" href="https://www.youtube.com/watch?v=XaDClG0c1aset=2804s"><span data-editable-id="11">live promovida pela </span><span data-editable-id="12">Bsoft</span></a><span data-editable-id="13">, que reuniu especialistas para detalhar os principais impactos das mudanças para transportadoras, embarcadores e operações com</span><span data-editable-id="14"> </span><span data-editable-id="15">TAC</span><span data-editable-id="16"> (</span><span data-editable-id="17">Transportador Autônomo de Cargas</span><span data-editable-id="18">)</span><span data-editable-id="19"> e TAC equiparado.</span></p>
<p data-editable-id="20"><span>Na avaliação dos participantes, as alterações ampliam as hipóteses de emissão do CIOT, alcançam diferentes tipos de contratação, incluindo operações com frota própria em determinados casos, e reforçam a necessidade de atenção à vinculação ao MDF-e, à integração operacional e ao correto preenchimento das informações para evitar penalidades.</span></p>
<p><span data-editable-id="21">De acordo com</span><span data-editable-id="22"> </span><span data-editable-id="23">a </span><i data-editable-id="24"><span>head</span></i><span data-editable-id="25"> Jurídico e Compliance Regulatório </span><span data-editable-id="26">da nstech, </span><span data-editable-id="27">Bruna</span><span data-editable-id="28"> Minuzze, </span><span data-editable-id="29">a ampliação da obrigatoriedade já havia sido antecipada pela medida provisória. Ao detalhar como a regra se aplica nas diferentes relações contratuais, </span><span data-editable-id="30">a especialista</span><span data-editable-id="31"> disse que a exigência se mantém para a contratação de TAC ou TAC equiparado e passa a alcançar também a primeira relação da cadeia.</span></p>
<p><span data-editable-id="32">“T</span><span data-editable-id="33">oda a operação do transporte vai precisar dessa documentação. Então, se a gente voltar na medida provisória, ela já traz a informação de que a perninha aqui entre contratante e contratado, e contratado e subcontratado precisa ter essa operação com emissão do CIOT</span><span data-editable-id="34">”, destacou.</span></p>
<p><span data-editable-id="35">Sobre operações em que o embarcador contrata uma transportadora que executa o </span><a target="_blank" rel="noopener noreferrer" href="https://mundologistica.com.br/transporte-rodoviario#combustivel"><span data-editable-id="35">transporte </span></a><span data-editable-id="35">com frota própria, Bruna afirmou que o documento também passa a ser exigido</span><span data-editable-id="36">.</span></p>
<h2 data-editable-id="37"><span>PONTOS QUE AINDA DEPENDEM DE ADEQUAÇÃO OPERACIONAL</span></h2>
<p><span data-editable-id="38">Os especialistas</span><span data-editable-id="39"> também destacaram que parte da operacionalização ainda depende de ajustes técnicos e de novos esclarecimentos da ANTT. </span><span data-editable-id="40">Segundo o </span><span data-editable-id="41">diretor de TMS Agro da nstech</span><span data-editable-id="42">, D</span><span data-editable-id="43">écio Mazzutti, no caso da primeira perna entre embarcador e transportadora, o mercado ainda aguarda definição sobre como essa emissão será feita. </span></p>
<p><span data-editable-id="44">“</span><span data-editable-id="45">Estamos aguardando a ANTT publicar como vai ser feito o CIOT entre o embarcador, dono da carga, e o ETC</span><span data-editable-id="46"> [</span><span data-editable-id="47">Empresa de Transporte de Cargas</span><span data-editable-id="48">]</span><span data-editable-id="49">, que está subcontratando o TAC</span><span data-editable-id="50">”</span><span data-editable-id="51">, disse.</span></p>
<p><span data-editable-id="52">Bruna</span><span data-editable-id="53"> </span><span data-editable-id="54">Minuzze</span><span data-editable-id="55"> também chamou atenção para a estrutura atual do documento e para o prazo de adaptação previsto na resolução. “Na medida provisória</span><span data-editable-id="56"> </span><span data-editable-id="57">fala que a emissão do CIOT vai ter </span><span data-editable-id="58">que ter informação do contratante, do contratado e do subcontratado. Só que hoje a estrutura de um CIOT não tem o campo dessa informação aind</span><span data-editable-id="59">a”, afirmou.</span></p>
<p><span data-editable-id="60">Na sequência, ela reforçou que a Resolução nº 6.078 trouxe parte dos esclarecimentos, mas não todos. Segundo Bruna, o prazo de 60 dias previsto na norma está ligado justamente a essa necessidade de adaptação. “Por isso, inclusive, tem um prazo de vigência de 60 dias, exatamente para que a parte operacional, a parte de adaptação, a parte de documentação e tecnologia com a ANTT possa dar tempo de ser adequada</span><span data-editable-id="61">”, esclareceu.</span></p>
<h2 data-editable-id="62"><span>QUANDO O CIOT NÃO SERIA NECESSÁRIO</span></h2>
<p><span data-editable-id="63">Ao responder sobre situações em que o CIOT não seria exigido,</span><span data-editable-id="64"> a </span><span data-editable-id="65">diretora de Produtos da efrete</span><span data-editable-id="66">,</span><span data-editable-id="67"> Letícia </span><span data-editable-id="68">Braatz</span><span data-editable-id="69">,</span><span data-editable-id="70"> afirmou que o entendimento é de que, quando não há remuneração a um terceiro, não haveria necessidade de emissão.</span></p>
<p><span data-editable-id="71">“</span><span data-editable-id="72">A MP</span><span data-editable-id="73"> menciona quando há uma contratação de transporte rodoviário de carga, ou seja, existe um CNPJ que tem um documento ativo com permissão para fazer esse transporte, que está sendo remunerado para executar esse transporte</span><span data-editable-id="74">”, ressaltou.</span></p>
<p><span data-editable-id="75">Na sequência, ela exemplificou o caso da frota própria do contratante. </span><span data-editable-id="76">“</span><span data-editable-id="77">Então, o que a gente entende é: quando existe frota própria do contratante, naquela primeira etapa que a gente comentou, e ele usa a própria frota, o CIOT não seria necessário, porque você não está remunerando um terceiro, seja ele um ETC, seja ele um TAC equiparado</span><span data-editable-id="78">", comentou.</span></p>
<p><span data-editable-id="79">Segundo Letícia, nessa situação, não há necessidade de emissão do documento.</span><span data-editable-id="80"> </span><span data-editable-id="81">“Então, você não precisa do CIOT nesse caso, porque você está usando a sua própria frota. Você não vai pagar alguém para executar esse frete para você</span><span data-editable-id="82">”, pontuou.</span></p>
<h2 data-editable-id="83"><span>QUEM DEVE EMITIR EM CADA TIPO DE OPERAÇÃO</span></h2>
<p><span data-editable-id="84">Ao tratar das figuras de ETC e TAC equiparado, Letícia destacou que a responsabilidade pela emissão depende da posição ocupada na contratação. </span><span data-editable-id="85">“Você emite o CIOT quando você é um ETC. O ETC é a empresa de transporte de carga. O TAC, ou equiparado, é o transportador autônomo, ou seja, a pessoa física que está prestando esse serviço. Já o equiparado seria quem tem um CNPJ, mas tem até três veículos ativos na ANTT</span><span data-editable-id="86">”, explicou.</span></p>
<p><span data-editable-id="87">Ela também afirmou que, no caso do ETC, a emissão passa a ocorrer mesmo em operações com frota própria. “Então, o ponto importante é: se você é um ETC, você vai ter que emitir o seu próprio CIOT, mesmo quando for sua frota própria</span><span data-editable-id="88">”, observou.</span></p>
<p><span data-editable-id="89">Ao responder a uma pergunta sobre TAC equiparado, Letícia reforçou que a emissão deve ser feita por quem contrata. </span><span data-editable-id="90">“Se você tem até três veículos ativos, você é equiparado a um TAC. Nesse caso, a emissão do CIOT deve ser feita pelo seu contratante, seja uma outra ETC ou um embarcador</span><span data-editable-id="91">”, disse.</span></p>
<p><span data-editable-id="92">Bruna também destacou que a própria Resolução nº 6.078 diferencia obrigações aplicáveis e não aplicáveis ao TAC. </span><span data-editable-id="93">“</span><span data-editable-id="94">A Resolução 6.078 fala bastante do que não é aplicável ao TAC. Então, tem várias obrigações que a 6.078 trouxe, de fiscalização, penalidade e obrigação, em que ela própria faz a ressalva: esse artigo não se aplica ao TAC ou TAC equiparado, essa obrigação não se aplica ao TAC ou TAC equiparado</span><span data-editable-id="95">”, ressaltou.</span></p>
<h2 data-editable-id="96"><span>FORMA DE EMISSÃO E USO DE IPF</span></h2>
<p data-editable-id="97"><span>Outro ponto abordado na live foi a forma de emissão do CIOT e o papel das Instituições de Pagamento de Frete (IPFs). Letícia explicou que, no modelo atual, a emissão ocorre por meio de instituição homologada. “Hoje, o meio de emissão de CIOT é com uma instituição homologada, ou seja, uma IPF, de fato, ou por esse sistema que está sendo mencionado na resolução.”</span></p>
<p><span data-editable-id="98">Sobre ETC, Letícia disse que a norma cita um sistema a ser disponibilizado pela ANTT, mas sem detalhamento adicional até o momento. “</span><span data-editable-id="99">P</span><span data-editable-id="100">ara o ETC, menciona-se, então, um sistema possivelmente disponibilizado pela ANTT. A gente não tem mais informações sobre isso, se vai ser manual, se vai ser integrado, se vai existir a opção de utilizar a administradora por fins de integração</span><span data-editable-id="101">”, analisou.</span></p>
<p><span data-editable-id="102">Bruna reforçou a distinção entre os dois casos. “Mas, em relação à contratação do TAC, ele especifica que precisa ser através de uma instituição de pagamento eletrônico de frete</span><span data-editable-id="103">.</span><span data-editable-id="104"> A questão do ETC é que ele traz a obrigatoriedade da gratuidade, que vai ser através de um sistema disponibilizado pela ANTT</span><span data-editable-id="105">”, explicou.</span></p>
<h2 data-editable-id="106"><span>INTEGRAÇÃO COM TMS E RISCO DE DIVERGÊNCIA DE VALORES</span></h2>
<p><span data-editable-id="107">Ao comentar a emissão via integração com sistemas de gestão, Décio defendeu que o processo seja automatizado.</span><span data-editable-id="108"> </span><span data-editable-id="109">Segundo ele, a emissão manual amplia o risco de inconsistências entre a operação e o registro.</span></p>
<p><span data-editable-id="110">Décio também chamou atenção para o cruzamento de informações entre operação e pagamento. “Porque o governo também quer cruzar o que estou realizando de operação com o que realmente está pagando</span><span data-editable-id="111">”, pontuou. </span><span data-editable-id="112">“Se eu declarar um frete de R$ 10 mil, mas caiu na conta somente R$ 8 mil, alguma coisa com certeza vai estar errada</span><span data-editable-id="113">”, exemplificou.</span></p>
<p><span data-editable-id="114">Bruna reforçou que a rastreabilidade é um dos objetivos centrais das mudanças. “O objetivo deles é conciliação e rastreabilidade.”</span><span data-editable-id="115"> </span><span data-editable-id="116">Ela também afirmou</span><span data-editable-id="117"> que a</span><span data-editable-id="118"> utilização de TMS e meio de pagamento permite ter a rastreabilidade disso.</span></p>
<h2 data-editable-id="119"><span>MULTAS E OBRIGAÇÕES CUMULATIVAS</span></h2>
<p data-editable-id="120"><span>Ao detalhar as penalidades, Bruna afirmou que a medida provisória e a resolução concentram três obrigações em torno do mesmo documento: obrigação de emitir, obrigação de vínculo ao MDF-e e a obrigação de estar em observância ao piso mínimo.</span></p>
<p><span data-editable-id="121">Ela também explicou que o descumprimento de cada etapa pode gerar autuação separada. “E são multas cumulativas, são multas independentes</span><span data-editable-id="122">”, disse</span><span data-editable-id="123">. </span><span data-editable-id="124">O descumprimento de cada uma dessas etapas</span><span data-editable-id="125"> </span><span data-editable-id="126">pode gerar multa de R$ 10.500</span><span data-editable-id="127">.</span></p>]]></content:encoded>
<category>Leis e Normas</category>
<dc:creator>PORTAL WEBCARGA</dc:creator>
<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:20:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Projeto de Lei propõe criação de cadastro positivo de motoristas profissionais</title>
<link>https://www.webcarga.com.br/noticia/projeto-de-lei-propoe-criacao-de-cadastro-positivo-de-motoristas-profissionais</link>
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<description>Apresentada pelo deputado Duda Ramos (MDB), a proposta propõe o registro de indicadores de condução segura e histórico de boas práticas no trânsito dos profissionais</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 6860/25, apresentado pelo deputado Duda Ramos (MDB-RR) à Câmara dos Deputados, criará o “Cadastro Positivo de Motoristas Profissionais”, que poderá conceder benefícios e condições diferenciadas aos condutores que exercem atividade profissional de transporte. A proposta é destinada ao registro de indicadores de condução segura, histórico de boas práticas no trânsito e desempenho operacional desses motoristas.</p>
<p>De acordo com a Agência Câmara de Notícias, se autorizado pelo condutor, os dados poderão ser compartilhados com empregadores, cooperativas, plataformas de transporte, seguradoras e instituições financeiras. Isso possibilitará concessão de benefícios, incentivos ou condições diferenciadas concedidos por entes públicos ou privados.</p>
<p>Atualmente, o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC) reúne cadastro de condutores que não tenham cometido infrações de trânsito por determinado período. Segundo o autor, o projeto busca valorizar motoristas profissionais “que transportam milhões de passageiros, cargas de grande valor e insumos essenciais”.</p>
<p>“A legislação brasileira contempla diversos mecanismos de punição, mas carece de instrumentos que promovam reconhecimento e recompensas a motoristas que apresentam desempenho exemplar”, afirmou o deputado.</p>
<h2>COMO FUNCIONARÁ O CADASTRO POSITIVO DE MOTORISTAS PROFISSIONAIS?</h2>
<p>O “Cadastro Positivo de Motoristas Profissionais” será administrado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União, podendo contar com cooperação técnica de órgãos estaduais e municipais, conforme o descrito no Projeto de Lei.</p>
<p>Ramos ainda explicou, em justificativa, que iniciativa não cria obrigação para o motorista, e tampouco produz efeitos restritivos, constituindo instrumento exclusivamente benéfico, baseado na transparência e na valorização profissional. Além disso, o texto observa a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), garantindo privacidade e controle sobre o compartilhamento de informações</p>
<p>“O projeto também permite ao Estado utilizar dados agregados para aperfeiçoar políticas de trânsito, capacitação profissional e prevenção de acidentes, sem violar a privacidade individual”, completa.</p>
<h2>PRÓXIMOS PASSOS</h2>
<p>Segundo a Agência Câmara de Notícias, o projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovado pelas comissões, seguirá para o Senado.</p>
<p>A proposta precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores e ser sancionado pela presidência da República para se tornar lei.</p>]]></content:encoded>
<category>Leis e Normas</category>
<dc:creator>PORTAL WEBCARGA</dc:creator>
<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:18:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Caminhões rodam até 100 mil km por ano no Brasil, aponta CNT</title>
<link>https://www.webcarga.com.br/noticia/caminhoes-rodam-ate-100-mil-km-por-ano-no-brasil-aponta-cnt</link>
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<description>De acordo com a entidade, estudo revelou que o transporte rodoviário opera em um nível elevado de atividade, especialmente nos primeiros anos dos veículos</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Um caminhão pesado pode percorrer pouco mais de 100 mil km no primeiro ano de vida, de acordo com o estudo “Transporte em Foco - Quanto rodam os veículos pesados no Brasil?”, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), que será divulgado nesta semana. De acordo com a entidade, os resultados confirmam que o transporte rodoviário opera em um nível elevado de atividade, especialmente nos primeiros anos dos veículos.</p>
<p>Os caminhões pesados, por exemplo, começam a trajetória com cerca de 106 mil km rodados por ano.  Esse volume de uso reflete a centralidade do setor na logística brasileira: hoje, o modal rodoviário responde por cerca de 65% das cargas. Já os ônibus urbanos, que são responsáveis por 95% dos passageiros transportados no país, chegam a ultrapassar 75 mil km anuais no início da operação.</p>
<p>Outro ponto relevante do estudo é que, com base nas curvas de uso da frota, um caminhão pesado pode acumular mais de 790 mil quilômetros rodados já no décimo ano de vida e ultrapassar 1,8 milhão de quilômetros ao longo de 30 anos de operação.  </p>
<p>De acordo com a CNT, o dado evidencia a longa vida operacional desses veículos no Brasil. A entidade ainda destacou que, atualmente, somente o transporte autônomo de carga possui mais de 769 mil veículos, dotados de 22 anos de idade, em média.</p>
<p>Com isso, as informações apresentadas no estudo revelam que o setor de transporte opera com ativos de altíssima longevidade e desgaste, o que torna o planejamento baseado em dados de uso real um diferencial competitivo cada vez mais relevante.  </p>
<p>A pesquisa analisou dados que abrangem mais de 1,4 milhão de avaliações veiculares ambientais realizadas entre 2022 e 2025, cobrindo mais de 207,8 mil veículos pesados em todo o Brasil.  </p>
<p>O levantamento ainda utilizou informações reais do Programa Ambiental do Transporte Despoluir, para traçar curvas inéditas de utilização da frota, uma ferramenta essencial para entender como caminhões e ônibus performam com o passar dos anos.</p>
<h2>CAMINHÕES MÉDIOS, LEVES E SEMILEVES</h2>
<p>O estudo apontou que os veículos de carga com portes médios, leves e semileves tendem a ser empregados em rotas caracterizadas com distâncias menores em relação aos veículos de longo curso. Para os caminhões médios, a a quilometragem atinge 44.145 km no primeiro ano e depois recua para 36.342 km no décimo ano de uso.</p>
<p>Esse comportamento  de queda também foi identificado nos veículos de porte médio, porém com quilometragem inicial ligeiramente menor. Já os caminhões semileves exibem uma intensidade inicial de uso moderada e forte declínio ao longo do tempo.</p>
<p>Assim, a pesquisa apontou que a comparação indica que caminhões médios apresentam uma utilização superior a leves e semileves. Tal padrão pode refletir maior intensidade de uso desses modelos, em função da capacidade de carga e rotas mais longas de operação.</p>
<h2>DADOS AJUDAM NA TOMADA DE DECISÃO NA GESTÃO DE FROTAS</h2>
<p>Segundo a CNT, mais do que um dado operacional, o estudo pode ser utilizado como um instrumento para tomada de decisões contribuindo com a avaliação econômica de ativos, a gestão de manutenção periódica e a alocação adequada do veículo, adaptando o uso conforme a idade do veículo e o tipo de operação.</p>
<p>A entidade apontou que um dos principais achados do estudo é o comportamento da frota ao longo da vida útil. De forma geral, os veículos mais novos concentram maior volume de uso, com uma redução gradual conforme envelhecem.</p>
<p>No caso dos caminhões pesados, por exemplo, a quilometragem anual diminui de aproximadamente 106 mil km no primeiro ano para cerca de 74 mil km no sexto ano, observando a curva de intensidade de uso, seguindo em queda mais suave nos anos seguintes.</p>
<p>Mesmo diante desse cenário, os dados revelaram que unidades mais antigas continuam ativas e produtivas, muitas vezes sendo realocadas para operações de menor distância ou funções de apoio. De acordo com a CNT, o comportamento evidencia tanto a capacidade de adaptação das empresas e o aproveitamento eficiente dos ativos ao longo do tempo quanto a necessidade brasileira de promover maiores incentivos em renovação de frota.</p>
<p>A diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende, destacou que o estudo também traz impactos diretos para a gestão das empresas e para a sustentabilidade do setor. “Ao entender com mais precisão como os veículos são utilizados ao longo da sua vida útil, o transportador consegue planejar melhor a manutenção, evitar falhas, reduzir custos e até diminuir emissões”, apontou.</p>
<p>Com base nos resultados, a CNT defendeu o planejamento da renovação de frotas, com metas tecnicamente embasadas que considerem não apenas a idade dos veículos, mas também seu nível real de utilização em diferentes categorias. “Esses dados permitem decisões mais eficientes no dia a dia da operação, desde a escolha do tipo de operação até o momento ideal de renovar a frota, com ganhos econômicos e ambientais para todo o setor”, completou a executiva. </p>]]></content:encoded>
<category>Caminhões</category>
<dc:creator>PORTAL WEBCARGA</dc:creator>
<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 12:13:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mercado Livre anuncia investimento recorde de R$ 57 bilhões no Brasil</title>
<link>https://www.webcarga.com.br/noticia/mercado-livre-anuncia-investimento-recorde-de-r-57-bilhoes-no-brasil</link>
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<description>Plano mira 50% de crescimento em valor investido no país na comparação com o ano anterior</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p><span>O </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Mercado Livre</strong><span> anunciou nesta segunda-feira (24) investimento recorde de R$ 57 milhões no Brasil para 2026, valor 50% superior ao aportado no ano anterior.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O ainda plano inclui a<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">criação de 10 mil empregos</strong>, elevando o total de funcionários no país para mais de 70 mil até o fim do período.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Os recursos serão direcionados principalmente à expansão da infraestrutura logística, ao<span> </span>fortalecimento do marketplace<span> </span>e ao avanço do<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Mercado Pago</strong>, informou a empresa de origem argentina.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span>Segundo Fernando Yunes, vice-presidente executivo de Commerce do Mercado Livre na América Latina, o investimento reforça a confiança da companhia no país e o foco em aprimorar o ecossistema da plataforma.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">"No ano passado, consolidamos nossa liderança com recordes de participação de mercado e altos níveis de satisfação tanto em commerce quanto em serviços financeiros. Para 2026, vemos grandes oportunidades e continuaremos investindo com disciplina para gerar valor para a sociedade brasileira”.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Como parte da estratégia, a empresa pretende inaugurar 14 novos<span> </span>centros de distribuição<span> </span>no modelo<span> </span><em class="group-[.isActiveSource]:text-xl">fulfillment</em><span> </span>em 2026, alcançando 42 unidades no Brasil e ampliando em cerca de 50% sua capacidade logística.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">As novas contratações devem se concentrar nas áreas de logística, tecnologia e serviços financeiros, consideradas centrais para sustentar o crescimento.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O Brasil segue como o<span> </span>principal mercado do grupo, respondendo por 52,6% da receita total em 2025, com receita líquida de R$ 84,5 bilhões, informou a plataforma.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Atualmente, o<span> </span>e-commerce<span> </span>responde por cerca de 17% das vendas no Brasil, patamar inferior ao de mercados mais maduros, o que abre espaço para expansão tanto no varejo digital quanto nos serviços financeiros integrados.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">De acordo com o anúncio da companhia, a estratégia inclui melhorar a experiência dos usuários, impulsionar pequenos empreendedores e ampliar a visibilidade de anunciantes.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"></p>]]></content:encoded>
<category>Mercado Logístico </category>
<dc:creator>PORTAL WEBCARGA</dc:creator>
<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 09:55:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>TRX compra cinco galpões por R$ 402,8 mi</title>
<link>https://www.webcarga.com.br/noticia/trx-compra-cinco-galpoes-por-r-402-8-mi</link>
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<description>Segundo o fundo, os cinco galpões foram comprados a um 'yield on cost' de 11,90%, superior à média do portfólio atual</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO, 10 Dez (Reuters) – O fundo imobiliario TRX Real Estate anunciou nesta quarta-feira a compra de cinco galpões logísticos por R$ 402,8 milhões, ampliando presença nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, segundo comunicado ao mercado.</p>
<p>Os galpões estão nas cidades de Guarulhos (2), Cabreúva (SP), Rio de Janeiro (1) e São Paulo (1). Com o negócio, o fundo adicionou uma área bruta locável (ABL) de 107,1 mil metros quadrados e 242,6 mil metros quadrados de terreno, o que representa um aumento de 10,9% na base total de terrenos.</p>
<p><span>Segundo o fundo, os cinco galpões foram comprados a um ‘yield on cost’ de 11,90%, superior à média do portfólio atual.</span></p>
<p>Um deles está no aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que em trâmites legais para operação alfandegária, o que poderá elevar o valor de aluguel e consolidá-lo como um dos galpões mais estratégicos do portfólio, afirmou o fundo.</p>
<p>O portfólio total do<span> </span>TRXF11<span> </span>passa a ter 110 imóveis, distribuídos em 1,2 milhão de metros quadrados de ABL e 2,46 milhões de metros quadrados de terrenos.</p>
<p>Com a integração dos ativos, o montante investido em imóveis pelo<span> </span>TRXF11<span> </span>passa de R$5,86 bilhões para R$ 6,26 bilhões, e a gestora projeta manter a distribuição mensal entre R$0,90 e R$0,93 por cota até dezembro deste ano.</p>
<p><span>No final de novembro, o TRX comprou 100% de um shopping e 50% de outro em Minas Gerais – ViaBrasil Pampulha e ViaShopping Barreiro, num investimento total de R$257,7 milhões. O negócio foi acertado depois que o fundo comprou 14 agências bancárias da Caixa e do Santander Brasil por R$140 milhões no mesmo mês.</span></p>]]></content:encoded>
<category>Condomínio logístico</category>
<dc:creator>PORTAL WEBCARGA</dc:creator>
<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 10:07:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Setor de logística no Brasil deve crescer 23% até 2029 com e-commerce e automação</title>
<link>https://www.webcarga.com.br/noticia/setor-de-logistica-no-brasil-deve-crescer-23-ate-2029-com-e-commerce-e-automacao</link>
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<description>Brasil gasta cerca de R$ 811 bilhões por ano com logística</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de frete e logística projeta alta significativa nos próximos anos. Segundo dados da Cobli, o setor deve passar de US$ 104,79 bilhões em 2024 para US$ 129,34 bilhões até 2029, impulsionado pelo crescimento do e-commerce e por inovações tecnológicas.</p>
<p>No cenário global, a Mordor Intelligence estima que o mercado de frete e logística atingirá US$ 7,54 trilhões em 2029, partindo de US$ 6,03 trilhões em 2024. A taxa média de crescimento anual prevista é de 4,57%.</p>
<p>No Brasil, a Associação Brasileira de Operadores Logísticos (ABOL) aponta que os gastos com transporte superaram os R$ 940 bilhões em 2023. Isso representa alta de quase 7% em comparação com o ano anterior.</p>
<p>Segundo Adriano Santos, country manager da Vanderlande Brasil, o avanço do comércio eletrônico tem exigido operações logísticas mais ágeis. Esse movimento atrai investidores interessados em diversificar portfólios com foco em negócios com retorno consistente.</p>
<p><strong>Automação cresce e muda a dinâmica operacional</strong></p>
<p>A digitalização da logística tem acelerado a adoção de soluções automatizadas. Estudo da Mordor Intelligence indica que o mercado global de automação logística, avaliado em US$ 75,24 bilhões, deve atingir US$ 120,63 bilhões em cinco anos. A taxa média de crescimento anual é de 9,9%.</p>
<p>A ampliação do e-commerce e a busca por maior velocidade operacional contribuem para esse avanço. Entre as tecnologias utilizadas estão sistemas de Robotic Process Automation (RPA), integrados aos ERPs das empresas.</p>
<p>A Massimo Consulting, por exemplo, implementou uma solução de automação em uma multinacional varejista. O projeto eliminou correções manuais e reduziu em 60% o tempo de processamento de pedidos na primeira fase.</p>
<p>Para Adriano Santos, a automação e a inteligência artificial já permitem otimizar rotas, automatizar armazéns, prever estoques e elevar a segurança nas operações.</p>
<p><strong>Distribuidores aumentam investimentos em tecnologia</strong></p>
<p>A pesquisa “How Possible Happens”, feita pela Infor com 3.600 empresas de 15 países, aponta que 81% dos distribuidores brasileiros esperam crescimento de até 20% na produtividade nos próximos cinco anos.</p>
<p>Além disso, 78% pretendem ampliar os aportes em tecnologia no mesmo período. O levantamento mostra ainda que 79% dos executivos brasileiros consideram o uso de tecnologias avançadas um fator determinante para os resultados futuros.</p>
<p>Após a pandemia, as empresas passaram a adotar uma gestão mais precisa da cadeia de suprimentos. A escassez de mão de obra qualificada também influenciou na decisão de acelerar a digitalização.</p>
<p>Ao mesmo tempo, empresas enfrentam desafios como a alta no custo do combustível e a necessidade de otimizar rotas. Para isso, soluções como tags de pedágio têm sido incorporadas à gestão de frotas, ajudando a reduzir gastos operacionais.</p>
<p><strong>Comércio eletrônico amplia demanda por transporte ágil</strong></p>
<p>A alta no volume de compras online segue como o principal vetor da transformação logística. A demanda por entregas rápidas e sob demanda impulsiona o uso de modelos logísticos mais flexíveis.</p>
<p>Com isso, as empresas conseguem maior agilidade e custos operacionais reduzidos em comparação ao transporte tradicional de grandes cargas.</p>
<p>Apesar do crescimento, o setor enfrenta desafios como concorrência intensa, controle de despesas operacionais e necessidade contínua de modernização tecnológica.</p>
<p><strong>Logística lidera geração de empregos formais</strong></p>
<p>Segundo o “Mapa do Trabalho Industrial 2025-2027”, elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria (ONI), os setores de logística e transporte devem liderar a criação de vagas até 2027. A projeção supera os 8 milhões de postos formais.</p>
<p>Entre janeiro e outubro de 2024, o segmento registrou 66,7 mil contratações, de acordo com o Banco Nacional de Empregos (BNE). O volume representa alta de 94,7% frente ao mesmo período do ano anterior, segundo a ABOL.</p>
<p></p>
<p></p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>PORTAL WEBCARGA</dc:creator>
<pubDate>Sun, 14 Jul 2024 10:12:00 -0300</pubDate>
</item>
</channel>
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